Depois de três anos desde a estreia no Salão de Genebra, na Suíça, em 2016, a Koenigsegg escreve o último capítulo da história do Agera RS. A marca anunciou que produziu a última unidade do hiperesportivo em Angelholm, na Suécia. O modelo, grande rival da Bugatti, surpreendeu o mundo com design e potência impressionantes.
A contagem final ainda será validada, mas acredita-se que 30 modelos saíram da linha de produção – a previsão inicial era que 25 carros. Porém, a Koenigsegg construiu outro modelo para substituir a edição especial Gryphon, danificada durante testes de rodagem. O número ainda sobe para 27 com o protótipo produzido para testes e posteriormente vendido a um entusiasta da fabricante. Dois dos três modelos da série Final Edition ainda serão entregues aos compradores.
O Agera teve versões R, S, a One:1 e o próprio RS – além de séries especiais. Todas equipadas com um possante V8 5.0 soprados por dois turbos e capaz de produzir de 1.160 cv até 1.360 cv na configuração mais potente. Recentemente o Agera RS quebrou cinco recordes mundiais em uma estrada fechada no estado americano de Nevada. O mais importante deles é o de velocidade máxima em rodovia pública: 457,9 km/h. O bólido também quebrou a própria marca da Koenigsegg no 0-400m-0: 33,3 segundos. Com o fim do Agera RS, a Koenigsegg vai se concentrar em produzir as 80 unidades do hiperesportivo híbrido Regera. Todas elas já vendidas por 2,1 milhões de euros cada.
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